segunda-feira, 25 de abril de 2011

Mudou de sabor...

É tão engraçado como as coisas mudam de sabor com o tempo. Digo engraçado de confuso, e de engraçado literalmente também, porque pensar nisso me fez rir muito. E pra ilustrar isso, vou usar como exemplo minha paixão. Até a pouco tempo atrás, eu só pensava nela, não via outras opções. Pra ser bem sincero, eu até via, mas as outras não tinham a mesma graça o mesmo sabor. Porém o tempo foi passando, e tudo foi perdendo o brilho. Experimentei umas diferentes que até foram boas, mas eu sempre voltava pra minha paixão que era o que eu realmente queria.

Todos me avisavam que aquilo me fazia mal, mas eu sabia que não me fazia, mas que um dia iria fazer, porém eu não me preocupava com o futuro, queria apenas aproveitar cada dia com ela. Chegou um período em que eu passei varias noites seguidas em sua companhia, foi ótimo, ainda hoje quando me lembro, fico tomado por um sentimento muito bom. Mas o tempo não pára, e eu não tinha mais como manter tanto contato assim. Não que eu me enjoasse, nunca cogitei a possibilidade, mas sabia que aquilo me faria mal ainda um dia por mais contraditório que pareça.

Teve um dia que foi a gota d’água eu sei. O dia em que o seu excesso me deixou desnorteado, e padeci ao chão. Depois voltei pra casa sozinho, pensando em tudo o que havia acontecido comigo, e decidi esperar os resultados virem até a mim. E depois daquele dia, coincidentemente, passei a sentir cada vez mais frio. Tudo na verdade estava começando a ficar mais frio, e eu sabia que não poderia mais contar com seu sabor em minha boca para me esquentar. Recorri á garrafa de vinho, que dentre tantas, foi a que mais me envolveu, mesmo assim, espero sentado para ver nascer outra que me fará tão sorridente quanto a que não vejo mais.

E foi assim que ela mudou de sabor perante meu paladar. Por minha vontade de sempre querer mais, que eu não sinto mais seu gosto. Por escolha minha também, que não sinto mais, porém eu sei que o inverno está próximo, e que é melhor pra mim abraçar a garrafa do bordo vinho. Pois sei que pra ela eu sou só mais um. Mas pra mim, ela foi uma paixão.

“Digo-lhe adeus amor, e agradeço-te pelas tardes, noites, todo e cada momento que tu me fizeste feliz, minha paixão de verão”.

E com o inverno chegando, minha amada Heineken não será mais tão bem aceita. Bom era durante as tardes e noites quentes. Agora o céu escurece antes e a serração toma conta, forçando-nos a puxar agasalho, e com isso, o sabor do vinho esquenta mais, do que o amargo sabor da holandesa, não que agora eu esteja a menosprezando, nunca o farei, porém meus olhos foram abertos, e até o próximo verão, apenas restarão as garrafas vazias em meu quarto, enquanto degusto sozinho, o suave vinho que acalenta quem a Heineken despreza.

terça-feira, 19 de abril de 2011

A minha páscoa...

Saudade dos tempos em que eu esperava chegar o domingo da páscoa, esperava pra ver o ninho cheio de chocolates e doces, acreditando que era o coelhinho que havia posto tudo ali, mas o que mais me traz saudade mesmo eram as tardes na casa da bisa. Pra mim, melhor do que todos os chocolates de marca com brinquedos dentro, eram os packchies* com cartuchos de amendoim doce que só a bisa sabia fazer. Lembro que todos os meus primos iam pra lá, passávamos a tarde jogando bola e comendo amendoim. A segunda feira depois da páscoa era sagrada para a dor de barriga, SEMPRE passávamos mal a ponto de ser impossível ir a aula, mas isso era apenas barda, uma tática passada por gerações para estender o feriadão.

Mas o tempo não pára, nossa velha bisa acabou por falecer, meus primos – todos namorando – já não tinham tempo para os jogos de futebol, e por fim, nasce meu primeiro afiliado. Os ninhos na minha casa, nos domingos pela manhã, acabaram desaparecendo, e agora EU tinha outros ninhos para encher. Depois do primeiro afiliado, vieram os outros três, e eles já nasceram com a tradição dos packchies* extinta. A tradição que eles vão passar para os filhos deles, será a dos domingos abrindo os ovos para descobrir o brinquedo que o chocolate escondia. E lhe garanto, essa tradição é bem mais cara, dou total razão a minha bisa.

A cada ano que passa, a páscoa passa a ficar mais cara e a simbologia religiosa perde sua intensidade, mesmo para os cristãos. Quando criança, depois que eu abria meu packchie*, o culto era sagrado, porém essa tradição perdeu o seu valor para toda a minha família. Páscoa hoje em dia é apenas ovo de chocolate com brinquedo surpresa. Pergunte pra qualquer criança o significado da páscoa, e ela dirá que é a morte e ressurreição de Cristo, mas isso elas aprendem na escola, e não na sua igreja. E para mim, a páscoa já não passa de um feriadão, onde abre-se um grande rombo no meu orçamento mensal.

Mas assim como minha bisa está enterrada, a simplicidade de ser feliz também...

*Packchie: Não deve ser essa a grafia correta (quem souber me corrija nos comentários por favor), é a tradução de “pacotinho” no dialeto alemão falado pelos descendentes da nossa região. Significa algo como presente, porém é especifico para o natal e para a páscoa.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Eu já tenho o que contar para os meu netos...

“O texto abaixo não é recomendado para pessoa menores de 12 anos. Se você é menor de 12 anos, leia primeiro o Ps e depois decida se quer realmente ler isto ou não. Boa leitura aos adolescentes e adultos.”

Estávamos entre quatro bebendo uma boa cerveja, comendo pizza e jogando videogame emulado pelo meu note, quando percebemos o quão velho NÓS QUATRO já estávamos. Chegamos a essa conclusão após percebermos a quantia de videogames que a nossa geração já havia ultrapassado. E todos nós tínhamos histórias engraçadas pra contar relacionadas a tal tecnologia da época.

Como temos a mesma idade, as histórias eram muito parecidas, todos começamos nossas experiências com o Dynavision (da Dynacon), jogando o clássico Super Mario Bros. , depois vieram as poucas experiências com o Mega Drive (da Sega), e depois outro clássico o Super Nintendo (da Nintendo). Lembro-me da decepção de voltar a jogar meu surrado Dynavision depois das experiências que tive com o Super Nintendo, era muita diferença de tecnologia.

Tempos depois me veio a notícia do Saturn (da Sega). Aquele videogame eu só acreditei que era real, depois que o vi pessoalmente, porque era algo utópico para mim um videogame cuja mídia dos jogos era um CompactDisc (CD). Esse videogame foi lançado por volta de 2000 quando eu tinha 8 anos, e na época, a minha mente assimilava apenas três tecnologias: o rádio, que usava o CD para executar músicas; a TV que usava fitas VHS para executar vídeo e o videogame que usava fitas “estranhas” para executar áudio e vídeo de forma interativa, e com a chegada do Saturn, veio também a notícia de que o vídeo game usava CD para executar áudio e vídeo interativos. MEU DEUS, eu fiquei louco pra ver isso. Pra mim, aquilo não podia ser real (pobre criança imbecil).

Depois do orgasmo jogando em um videogame de CD, veio o divisor de águas chamado de Playstation (da Sony). Com este videogame confesso que não fiquei muito surpreso, pois ele não inovaria tanto como seus antecessores haviam feito, porém ele passou por aperfeiçoamentos, e seus gráficos e jogabilidade tornaram-no ícone dentre os consoles.

Na mesma época em contra partida, a Nintendo lançou o Nintendo64, que ao contrario das tendências tecnológicas da época, não migrou para a mídia CD, porem inovou com a possibilidade de 4 jogadores poderem realizar partidas simultâneas. Os gráficos e jogabilidade do novo console da Nintendo eram semelhantes ao da Sony, o que dividiu bastante a opinião dos gamers da época, porem a supremacia da Sony prevaleceu a ponto de ser lançado o Playstation 2 alguns anos depois. Este novo console utilizava DVD como mídia (algo já aceitável para minha mente, agora um pouco mais desenvolvida). Os gráficos eram um avanço tecnológico supremo para a época, o que tornou o videogame o melhor presente de natal para os meninos da época.

Para as famílias menos favorecidas financeiramente, a Dynacom lançava o Polystation One e posteriormente o Polystation 2, que mesmo as tendências seguindo para mídias com mais possibilidades de recursos como o DVD, a Dynacon insistia nas suas velhas e ultrapassadas (a tempo já) fitas. Na realidade, o interior dos videogames da Dynacon sempre foi o mesmo do pré-histórico Dynavision, porém o seu único “diferencial”, era a sua aparência externa, que também era o único quesito que acompanhava as tendências contemporâneas, e acompanhava tanto, que a Dynacom fazia copias idênticas dos consoles de sucesso das gigantas dos games






























Mas voltando ao Playstation 2 “real”, lembro-me perfeitamente da minha primeira experiência também. Foi nas minhas férias de verão daquele ano. Meu cunhado me falou que conhecia uma locadora que havia comprado dois deles, e tinham duas TVs de 29’ (outra coisa sublime na época). Naquele dia passei a manhã inteira jogando meu Dynavision (me preparando para meu primeiro contato com, a já lenda, Playstation 2). Fizemos reservas de duas horas bem no começo da tarde, e antes da locadora abrir, nós já estávamos na porta esperando. A locadora tinha outros PlaysOne, mas a gurizada não queria mais jogar neles, eles queriam apenas admirar quem jogava no PS2. Lembro-me perfeitamente da cena: duas TVs 29’ lado a lado, um sofá colocado para quem jogasse, ou seja, eram quatro caras dividindo um sofá pra poder jogar o tal do PS2, e uma tropa de crianças gritando a cada passe e a cada gol do recém lançado WInning Eleven para Playstation 2. As duas horas que reservamos passaram como 15 minutos para nós, mas 15 minutos inesquecíveis. Depois voltamos pra casa (apenas falando na maravilha que presenciamos) e quando chegamos, meu sucateado Dynavision estava ligado, eu apenas o chutei para debaixo da estante (e talvez ele ainda esteja lá).

Depois daquilo vieram os computadores, e os videogames para mim pararam de fazer sentido, pois os mesmos games lançados para os consoles, eram facilmente baixados para os PC’s de onde era possível também acessar a internet e “fazer os trabalhos da escola” (foram essas as desculpas que usei para minha mãe bancar meu primeiro computador). Passaram-se os anos, comecei a trabalhar e acabei montando um computador que rodasse em boa qualidade os jogos atuais, (ainda não encontrei nenhum que desse problemas nele), mas nunca mais joguei, pois sabe, o mundo dos games já me fascinou, porém eu saí a rua, a vi pessoas mais fascinantes, lugares mais fascinantes e acabei por descobrir que o mundo real onde você chora e ri, é sim mais divertido do que um joystick na mão e uma televisão na cara.

Ps aos meninos menores de 12 anos: Quando vocês entrarem na puberdade,este texto começará a fazer sentido pra vocês também, mas por enquanto não considerem-se estranhos e nem considere este texto estranho, eu já passei pelo que vocês estão passando agora. CARPE DIEM.

terça-feira, 29 de março de 2011

Um Real...

Por mais incrível que pareça, hoje eu encontrei tempo para me aconchegar na minha poltrona, e por o note no meu colo para voltar a escrever. A circunstância é meio chata (perdi o ônibus que me traz de volta da empresa), mas o fato de estar sentado aqui escrevendo é muito bom, confesso. E no instante ocioso em que olhei a noite cair por sobre o imponente Ferrabraz, me fitou na memória minha época de infância, a época em que eu comprava tudo com “um real”.

Lembro-me que por volta dos meus 4-5 anos, tudo o que girava em torno do dinheiro, pra mim, se baseava nos mesmos “um real”, e isso se cabe a todas as crianças que faziam parte do meu convívio. Ir ao mercado na hora do desenho, custava a minha mãe um real, assim como arrumar o quarto tinha o mesmo valor financeiro, e sem contar na tortura de secar a louça, que era aliviada quando um beija-flor pousava em minha mão.

Lembro-me bem, que as notas tinham um tom escuro, de verde tinha muito pouco, e o beija-flor estampado na nota, sempre me forçava a comprar as “pipoquinhas” Beija-Flor (que na verdade não era pipoca aquilo, mas era muito bom).

Eu sempre gastava os meus “um real” da mesma maneira, a mais indecisa: indo no mercado e perguntando o que era possível comprar com aquela nota. Coitados dos atendentes, hoje eu dou risada do que eu fazia eles passarem. Eu não tinha noção alguma de quantias e dinheiro, porém minha curiosidade infantil me fazia perguntar quantas balas eu podia comprar com um real, e quantos chicles, e quantos bombons, mas no fim, sempre comprava a mesma pipoquinha doce que combinava com o beija-flor da nota.

Até hoje não sei o porque, mas as notas saíram de circulação, no lugar delas ficou apenas as moedas. Nos meus tempos de piá já existiam as moedas, porém “elas tinham valor menor do que as notas”. Nenhuma criança gostava de ganhar duas moedas de cinqüenta centavos, ou até mesmo uma de um real, a graça estava na nota velha e amassada. Até a quantia de balas diminua a nossos olhos, quando compradas com a moeda no lugar da cédula.

Obviamente, agora eu sei que ambas tem o mesmo valor, porém o que mudou foi o valor das coisas que comprávamos com os mesmos “um real”. Vergonhoso seria chegar hoje em dia no mercado e pedir ao atendente o que é possível fazer com aquela moeda. A quantia de balas diminuiu, os chicles sumiram dos balcões e os bombons ficaram muito mais caros. Apenas a pipoquinha continua com o mesmo preço, no mesmo lugar, na parte mais baixa da gôndola, esperando alguém olhar para baixo e ao ver o beija-flor, lembrar-se que um dia foi possível comprar felicidade com cédulas velhas de beija-flor verde.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cá estou de novo...

Quão satisfatório é, quando todo o seu trabalho é reconhecido de uma forma ou de outra. Como é bom quando pessoas que você não conhece vêm lhe prestigiar e reconhecer aquilo que você admira fazer. Pois bem, me senti muito lisonjeado essa semana por receber, de várias pessoas (algumas até desconhecidas), cobranças por novos textos no blog. Pessoas vieram me falar coisas que deixaram realmente, muito feliz comigo mesmo. Recebi vários elogios, porém varias reclamações também, em relação à falta de textos novos, e é sobre isso que eu volto aqui para explicar a vocês minha situação.

Atualmente, estou passando por uma fase de mudanças na minha vida. Pessoas que eu gosto muito, e que são muito importantes para mim acabaram se afastando, algumas realmente não sei o motivo, porém outras são pelo fato do fim das aulas, outras pela minha troca de emprego e por fim outras por pura irracionalidade mesmo.

Recentemente acabei trocado de emprego, o que mudou minha rotina completamente. Antes eu trabalhava na biblioteca de segunda a sexta e em um supermercado aos sábados e domingos. Nessa época, eu procurava um emprego que fosse de carteira assinada e apenas de segunda a sexta. Pois esse emprego me caiu aos pés finalmente. Me lembro perfeitamente o dia em que me foi feita a proposta de emprego. Primeiramente fiquei muito feliz e surpreso, porém logo que comecei a trabalhar lá, veio a tempestade. Do mar de clamaria em que eu trabalhava anteriormente, afundei num poço onde o barro que há no fundo (formado por ganância e egocentrismo desvairado e inconseqüente), me aprisionava cada vez mais, e a minha ignorância e inocência perante ao desconhecido, apenas potencializavam isso.

A minha busca pelo correto e pelo imparcial, me deixaram louco. Aos prantos como poucos viram. E isso me ensinou que, não importa o que você deve fazer, o que importa é atingir o objetivo final. Atropelar pessoas e esquecer que elas tem sentimentos e vida, faz parte da filosofia capitalista que a Prof. Carmen tanto nos explica. Ver homens gritando com seus colegas, se desesperando ao telefone com pessoas que nunca viram pessoalmente, e principalmente faltando tanto com a verdade, me deixou muito assustado.

Deitei na cama e usei um pouco do egocentrismo que me deram na empresa. Ele me disse para fechar os ouvidos, lavar as mãos e baixar a cabeça.

Eu tenho uma vida cujo único preceito e razão, é a infinita busca pela felicidade. É apenas para isso que eu vivo, e faço tudo que for possível para alcançá-la. Mas me nego a rebaixar quem me rodeia para vender caixas de carne, e encher os bolsos de meus superiores. A vida que tenho aqui fora, é muito maior que aquilo, e desejo que minha cabeça continue focada apenas em encontrar tudo aquilo que me conforta, não apenas buscar mais dinheiro de forma irracional.

Para concluir, eu quero agradecer a todos os meus amigos que já ouviram essa histórias inúmeras vezes. Quando eu digo que minha vida se resume a procurar a felicidade, saibam que eu sempre a encontro do lado de vocês.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sei que vai acabar, mas não sei se quero que demore...

(Apenas um breve comentário sobre o poder desse blog:)

A não muito tempo, postei um texto falando da minha indignação para com a falta de pagamento do meu salário, no outro dia ele estava lá na minha conta. E uma história parecida se repetiu, postei a menos tempo ainda, um texto comentando o quanto o calor infernal me sufocava, e quanto a falta de uma chuva satisfatória estava me matando. Pois analisem como está o tempo agora. Certo de que não foi realmente uma dita “chuva”, no real sentido da palavra a deste final de semana, porém, foi muito satisfatória sim. No mesmo texto em que eu expressava meu sufocamento, clamei pelo inverno (o blog não tem o poder de adiantar as estações ainda), porém, este final de semana, teve muita cara de junho e julho. Na minha cabeça passavam-se poucas coisas além de tomar um bom vinho “misantrópicamente a dois”. Mesmo não o fazendo, posso dizer com convicção, que foi um final de semana, -melancólico- muito bom, mas que me trouxe mais saudades ainda. Contudo vou esperar mais um pouco, até por que não falta muito pro inverno né!?


Mas voltando para o post de hoje, depois de dias de preguiça induzida:


Eu estava indo para meu trabalho neste domingo (13), e pensando que, se eu não for idiota o bastante pra rodar esse ano de novo, esse será meu último ano dentro da escola. O último ano em que sairei de casa todos os dias -ou quase todos- com o “compromisso” de ver meus amigo. Amigos estes, que não se faz em qualquer lugar. Amigos que, apesar da “amizade forçada”, são muito significantes -para mim significaram dois anos a mais dentro do Estadual-.


Considero muito errônea a frase “eu odeio ir pra escola”, quem diz isso, na verdade quer dizer que odeia “ia a aula”, o que de fato é algo no mínimo “broxante”. Analizando o ponto de vista de que você passa o dia inteiro ouvindo ordens do seu patrão, e escutando pra parar de conversar e trabalhar mais, a aula é uma extenção do seu serviço. Se você mandar seu professor se fuder por causa disso, você é conduzido a direção, assim como seria conduzido ao DP da sua empresa, munido da sua carteira caso assinada, na escola é munido de sua mochila -caso você não tenha escondido-a no banheiro (sim eu já fiz isso, todos sabem)-.


Contudo, se você levar em consideração todas as pessoas que já conheceu, tantos amigos que lá fez, tantas histórias pra contar disso, as aulas valem a pena. Não vou negar: eu não vou a escola pra adquirir conhecimento algum, no meu caso, as aulas são meras consequências dos encontros diários com colegas, seja pra beber durante a aula, seja pra matar aula por todo e qualquer motivo que apareça, ou seja simplesmente por saber que estamos ficando velhos e que isso tudo um dia irá acabar. Deixaremos isso de lado, nos tornaremos adultos rabugentos e infelizes, assim como aos poucos estou me tornando, com vergonha do que no passado me fazia rir, mas sem arrependimento do que fiz, até porque faria tudo igual de novo. Se fosse necessário passar novamente por tudo isso pra conhecer as pessoas que conheci, faria certamente, pois adquiri pouco conhecimento com os professores nas aulas, o maior conhecimento adquiri nos recreios com os amigos: não adianta conhecimento algum, se você é sozinho no mundo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Verão, chuva e calor...

Ela vem me alivia na hora, quase que instantaneamente. Nos últimos dias ainda clamei por ela, realmente estava complicada a situação, mas somente ontem ela chegou de vez. Porém sua intensidade me frustrou. Acabei quebrando a cara por causa dela. Mas nada que um bom banho não alivie.

Mesmo passando a semana chamando o seu nome, eu sabia que ela viria, cairia aos meus pés como se fosse essa sua intenção e depois, como sempre subitamente, voltaria pro lugar de onde veio, voltar a me trazer a tormenta, pra só muito tempo depois voltar, e daí então, me trazer o dito “conforto momentâneo” e depois recomeçar todo o ciclo de sumir e demorar pra voltar.

Por isso, vou tentar esquecer isso, vou clamar pro tempo passar, os meses frios chegarem, e tudo isso se resolver de vez. Não quero que pare de chover, quero apenas que a tormenta passe, porque está difícil agüentar isso, mesmo hoje estando mais amena temperatura, sei que logo tudo volta ao seu normal, e eu novamente vou clamar pela chuva “superficial” que tanto me alivia e me frustra, porem por mais contraditório que pareça, eu realmente amo isso.

“Chuva é bom quando chove, não quando para...”

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

[À pedido] Planeje sua vida...

É certo que todos deveriam fazer um planejamento para o futuro da sua vida, traçar metas, bolar planos, enfim, organizar as idéias do que pretende realizar com sua vida pessoal. E eu já fiz isso. Já tenho traçado como será minha futura vida a dois.

A partir do momento que eu achar a mulher da minha vida, que certamente irá me completar em tudo, sendo rica, bonita, goste de limpar a casa e cozinhar maravilhosamente, eu irei certamente me casar instantaneamente. Está traçado também como será o convívio. Eu sairei cedo todo dia para o meu trabalho, e isso eu estou em dúvida ainda entre me tornar astronauta ou rockstar e quando voltar no fim do dia, quero “os piá” de banho tomado e dormindo já, minha janta servida na mesa e minha esposa me esperando de cinta-liga vermelha na cama ou uma lingeire de vaquinha, sei que parece estranho, mas é fetiche meu.

Entendo que, poderá ocorrer situações corriqueiras em que, o faxina da casa possa se estender, ou alguma outra tarefa doméstica possa atrasar, então chegarei em casa, abrirei uma Heineken, e em sentarei no sofá à esperar a janta ficar pronta, assistindo a mais uma vitória do tricolor gaúcho.

Porque um homem precisa de planejamento...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A televisão e a internet...

“A televisão será apenas mais um eletrodoméstico”, e como uma criança que ganha um brinquedo novo, a televisão se tornou uma febre. Até pouco tempo atrás, ela tinha um status significativo na vida da sociedade. Os programas respeitavam “regras e normas” até então eram de praxe, porém com o passar do tempo, as pessoas, começar a voltar aos velhos hábitos e abandonar a mágica caixa de plástico. O que fez com que as emissoras (grandes impérios de transações financeiras) deixassem de lado o luxo, o glamour e o bom senso, para apelarem para a vulgaridade e apologias diversas.

Eu me lembro, e não me excluo disso, que a não muito tempo, se falava de que seria impossível viver sem televisão, de que hoje em dia, esse era um eletrodoméstico indispensável na vida dos seres humanos, porém, com a popularização da internet, veio também a desvalorização desses equipamentos.

Para os mais velhos e ditos “conservadores”, a internet é a praga do século, eu mesmo já ouvi frases do tipo: “a internet, é uma droga que vicia os jovens a ela”. Contudo, não tiro a razão do autor dessa frase, porém, ela esta certa até determinado ponto. A internet SIM vicia a muitos, mas isso tem o seu lado bom. Imagem a cabeça de um miserável viciado no Superpop, ou então nos programas da Sônia Abrão acho que é “A tarde é sua”. na internet, você pode filtrar as merdas que você acessa, não é obrigado a segregar-se a fofocas do Big Brother, a filmes pré-históricos ou a novelas ridículas. Se você tem um pouco de escrúpulos, não há problema nenhum em viciar-se na internet têm sim, mas se eu falar isso aqui, vou quebrar minha revolta contra a TV, e isso é assunto pra outro texto.

As pessoas de mais idade, como seu pai ou sua mãe, acham estranho o fato dos adolescentes de hoje em dia passarem horas trancados no quarto na frente do computador, porém se eles analisassem um pouco a situação, veriam que seria a mesma coisa com a televisão no tempo deles, porém nessa época, só existia televisão na sala, e conseqüentemente, eles ficam “trancados” na sala. Em contrapartida na época em que eles “se trancavam na sala” pra assistir TV, a televisão na era a mesma bosta que se tornou hoje em dia. Porem a mente deles foi se adaptando às transformações que a televisão obrigou-se a ter para não perder o seu público futuro, os jovens de hoje.

É visível a preocupação que as emissoras tem com a juventude que está em plena puberdade hoje em dia. Basta assistir 10 minutos do dito “horário nobre” para ver peitos, bundas, mulheres semi-nuas tome cuidado com isso, hoje em dia eles até colocam no ar mulheres não muito mulheres não mulheres não é mesmo Ariadna!? O que prende a atenção dos punheteiros e da meninas que assistem essas tosquisses procurando supostas celulites e outras irregularidades nas mesmas mulheres que fantasiam a cabeça dessa gurizada de 12 e 13 anos. E como tudo isso passa na TV, os pais acham normal, mesmo sabendo que os pias estão indo tomar banho depois que acaba o Big Brother, mas aposto que, se pegassem um deles assistindo os vídeos para maiores de 18 do youtube.com que da na mesma merda a gurizada ia toma uma tunda de laço.

Na realidade é tudo questão de tempo até a televisão se extinguir, assim como a vitrola, substituída pelos micro-systens, o VHS pelo DVD (e agora BlueRay), e por fim, a televisão pela internet. Mas tente dizer isso ao seu pai ou sua mãe, aposto que você tomará uma tunda de laço também.

O porto...

À deriva com minha singela embarcação, encontrei um porto que, a princípio, pareceu-me escuro, fechado e até certo ponto, inacessível, porém, ao passar por suas redondezas, pude perceber o quão acolhedor e fascinante é. Mesmo assim, não ancorei. O meu porto ainda se mostra seguro, e apesar disso, esse porto recém descoberto, serve-me mais como refúgio. Assim como aportar ali me permite recarregar as baterias, sei que os mesmos ventos que me trouxeram até ali, lhe trarão boas novas sempre.

Mesmo estando permanentemente aberto, é difícil ver navios com porte apto atracarem ali, tarefa realmente difícil encontrar embarcações desse tipo. Fácil é achar humildes veleiros como o meu, que dependem dos ventos e de outras embarcações para saírem do lugar, e mesmo que esse novo porto aceite com indiferença essas embarcações, não é essa o seu real desejo.

O que está a meu alcance estou fazendo. Espero que meus ventos tragam-lhe, como até agora trouxeram, sempre boas novas, e sei que um grande transatlântico aportará de vez ali ainda. Está a caminho, e em breve chegará...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Ontem...

Primeiramente quero agradecer à Bruna pela carona com efeitos de abalos sísmicos e pela janta de ontem, que apesar de estar cor de laranja, tava muito boa (como de costume), isso porque eu que fiquei mexendo 10 minutos com o fogo desligado, palhaçada, mas funcionou.

Ontem de noite ainda, acessei minha conta corrente pelo note dela e, para minha surpresa, achei R$ 604,00 depositados. CARALHO. Minha reação, foi muito abobada. Coitada da Bruna que presenciou meu ataque de milionário como se R$ 604,00 fosse uma fortuna. Sei que não é fortuna, porém esse dinheiro já significou minha internet de volta, e isso foi o que me deixou muito transtornado.

Vejam o poder que esse blog está adquirindo, ontem postei minha indignação para com o meu salário, e em questão de horas meu dinheiro já estava lá fuckyea! Bloging like a boss.

Então vocês já sabem: o refri e as fritas são por minha conta hoje, isso vale pra quem não precisa passar a tarde trabalhando hoje.

Contudo, esses dois dias à deriva sem internet e sem celular, me fez lembrar da época q eu não tinha minha net, nem cortada. Eu não ligava pra isso, isso não me fazia a mínima diferença, porém agora eu me acorrentei a isso, a ponto de me sentir isolado.

Mas não vou mais ficar assim, esse mês vou pagar certinho, e tudo voltará ao normal, e poderei continuar a encher de merda os pobres ouvidos das minhas psicólogas do Messenger.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O dinheiro compra as coisas que te trazem a felicidade...

Bom, primeiramente eu tenho que comentar o jogo de ontem do Grêmio, que nos últimos tempos, foi extremamente o pior em qualidade técnica para ambos os lados. Nunca se viu tanto tempo de jogo deitado em uma mesma partida de futebol, assim como nunca se viu tantos lances de artes marciais em um jogo só, contei vários "Hadoukens" e "Shoryukens" por parte dos jogadores do Liverpool. Porém, apesar dos apesares, o resultado nos foi satisfatório, e acabei por ganhar algumas Heinekens com o resultado não é mesmo Diessy!? Espero que você esteja lendo isso agora, já que mandou o teu pai atender o telefone ontem à noite. Tá com medinho, tá???


Mas não vou ficar comentando futebol aqui, não é esse o intuito. O comentário acima foi apenas pra tirar com a cara da Diessy. No post de hoje falarei do quão puto da cara eu estou, por ainda não ter recebido meu pagamento de dezembro. Aí vai:

Pra quem não está por dentro da história, no último dia 30 de dezembro, fiquei sabendo por acaso, ao verificar minha conta corrente, de que havia R$ 237,00 na minha conta, e não era pra ter nada. A princípio isso soa como uma dádiva dos deuses, a não ser pelo fato de que esse dinheiro era referente aos 17 dias do mês de dezembro em que eu trabalhei até ser recindido no dia 17 mesmo. A partir daí até então ou seja: até hoje dia 03 de fevereiro de 2011 eu não recebi mais bosta nenhuma de dinheiro. Sendo que neste meio tempo, não cheguei atrasado nenhum dia, também não faltei nenhum dia. Nesse mesmo meio tempo, não me deu nenhuma dor de barriga, nenuma dor de cabeça, nenhuma cólica seria estranho se desse também, mas foi só pra ilustra que não tive esses problemas, não sofri nenhum acidente e nenhuma situação corriqueira que me impedisse de abrir a biblioteca da onde estou escrevendo este post DE GRAÇA PORQUE EU AINDA NÃO RECEBI A PORRA DO PAGAMENTO DE DEZEMBRO E JANEIRO. Lembrando mais uma vez que já estamos sim no mês de fevereiro.


Algumas pessoas me dizem que existem coisas mais importantes que o dinheiro e coisa e tal, porém essas coisas são comprados com dinheiro seus imbecis. Eu não consigo comprara a felicidade, mas compro uma garrafa de refrigerante, ou uma barra de chocolates que me proporcionam isso. Com dinheiro, eu posso comprar ingressos pra festas e lugares que me proporcionam felicidade também.

E o que se faz pra conseguir dinheiro? Trabalhar? Errado, eu estou trabalhando desde dezembro sem ver a cor das notinhas saido do caixa eletrônico. Então resolvi apelar, como minha internet foi cortada por falta de pagamento já, deixo aqui o número da minha conta corrente e o minha agência bancária, para quem quiser fazer doações de qualquer valor e assim, fazer com que eu consiga continuar postando no blog:


Agência: 1198

Conta corrente: 01012547-8

Banco Santander


Quem não quiser fazer sua doação vá no campo “Comentário” e escreva ali “Vinny arigó”, que pelo menos me sentirei mais faceiro por ver o “apoio” de você caro leitor.


Pra quem achou essa atitude ridícula, fique sabendo que essa não é minha agência nem minha conta corrente, sou burro mas não idiota... tá bom , sou burro e idiota, mas não tanto. Mas se você se sencibilizou mesmo assim e quiser fazer sua doação, mande um e-mail pro blog que podemos negociar.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A Dose certa faz bem...

Em mais uma conversa com uma de minhas psicólogas do Messenger, ouvi ou li, dá na mesma a frase: “de valor às pequenas ações”, a principio confesso que não dei muita bola à aquela frase, porém ontem a noite sem internet, cortada por falta de pagamento, fiquei pensando naquela conversa que fez sentir-me muito melhor e pude perceber que aquilo realmente fazia muito sentido pra mim.

Nos últimos meses, pequenas ações ou decisões minhas, causam drásticas consequências futuras. O simples fato de sair à noite com meus amigos, está se tornando uma das principais causas dessas “drásticas” consequências. Não estou pondo a culpa neles, muito loge disso, não me entenda mal, apenas estou ilustrando o contexto. A verdadeira culpada, sempre foi a bebida, ou melhor, o excesso dela.

Grandes doses me faziam muito feliz na hora, disso não posso negar, muitas festas foram regadas a muita cerveja ou qulaquer outro tipo de bebida, e não me arrependo disso, me arrependo somente das consequências que isso vem me trazendo no outro dia, e no outro, e no outro,...

O erro não está no ato de beber, e sim na dose a ser ingerida. Muitas doses podem te derrubar e estragar o seu convivio com quem mas gosta, porém uma ceva, no momento certo e na hora certa te fazem bem, assim como vem me fazendo nesses últimos seis meses.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Chuva...

Você já percebeu que só chove quando você é obrigado a sair de casa? Onde está seu guarda chuva agora? Provavelmente você não irá lembrar, só irá lembrar quando começar a chover, e ele estará muito longe. Mas certamente cairá aos seus pés um guarda-chuva todo quebrado, e será com ele que você vai ir ao trabalho, chegará com a barra das calças molhadas e as meias fazendo barulhos estranhos ao caminhar.

Mas não se preocupe, ao chegar perto do trabalho, ou da escola, enfim,o seu destino, a chuva terá pena de você e irá parar, o sol brilhará novamente e você não precisará mais sair de onde você está.

Quando menor, eu perguntava pra minha mãe porque chovia e trovejava, e ela me dizia que era coisa do “Papai do Céu”, e desde lá eu comecei a ter raiva desse cara. Porque ele não faz chover quando eu posso ficar em casa dormindo???? Quando está um calor infernal, porque ele não faz chover de verdade???? E desde então descobri que “Papai do Céu” foi o maior troll da história, com suas chuvas quando precisamos sair, e trovões quando queremos dormir.

Outra coisa muito troll, era a explicação do porque dos trovões. Minha mãe falava que isso acontecia quando o mesmo “Papai do Céu” estava bravo. Ok. Ele está bravo e está liberando sua raiva. Mas quando eu ficava bravo por não conseguir passar de fase no meu Dynavision, e berrava palavrões pela casa, ela dizia que isso não adiantaria de nada. E pro “Papai do Céu” adianta????? Ele nem deve ter vídeo-game. Depois disso sempre meu lombo ficava em carne-viva, por causa de relhos, cintas e soqueiras de metal.

Mas o fato é que, acordei atrasado hoje, estava chovendo, um carro passou numa poça e me molhou, meu guarda-chuva está quebrado, quando eu cheguei na biblioteca a chuva parou, e estou errado só por querer gritar de raiva e não poder...

“Papai do Céu” não faz nada disso e pode trovejar... tem algo de errado nisso...













“Sinceramente você pode se abrir comigo

Honestamente eu só quero te dizer

Que eu acertei o pulo quando te encontrei”

Isso ficou na cabeça desde ontem de noite...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Fim de semana, like a boss em full HD...

Este final de semana foi bem “cheio”, digamos assim. Por isso, o blog terá este post tão extenso hoje.

Bom, começarei por sexta feira, o dia mais tenso desse final de semana. A tentação de cerveja liberada por R$ 15,00 me deixou transtornado. Meu espírito capitalista me dizia para passar a perna naquele bar e dar o calote, porque sim, eu sabia que era capaz de beber muito mais que R$ 15,00. E realmente sou, porem, não virando copos atrás de copos.

Lembro-me vagamente dos fatos, tenho apenas flash na minha memória, mas lembro de subir ao palco algumas vezes para virar copos de cerveja aos olhos de todos, isso foram umas 2 vezes. As outras, virava apenas disputando quem conseguia secar o copo primeiro.

Percebi que meu estado estava muito fora do padrão normal, quando no meio da roda punk eu fui ao chão e não voltei mais. Estava na hora de sentar num canto. Foi o que eu fiz, porem começaram a dar-me copos de sprite, vários por sinal, foi aí que meu estomago virou de vez.

Como eu estava num canto abafado do bar, resolvi sentar do lado de fora, na sarjeta, até um pessoal chegar e me dizerem: “VOMITA, VOMITA, VOMITA”. Eu quero pega o filho da puta que me falo isso, entupi-lo de sprite, e gritar vomita nacara dele, e fazer ele vomitar até bota o bilis todo pra fora. (essa minha revolta, foi porque quando disseram “vomita, vomita”, vomitei em cima do bolso da calça onde estava meu celular). Depois disso fiz mais merdas ainda, como tentar escalar um poste, dançar pelado no meio da rua, mijar em quem passava não, eu não fiz nada do que está tachado, só escalei um poste mesmo.

Quando a Topik foi nos buscar, apaguei lá dentro, me lembro de chegar num posto e ganha carona de uma ex-colega de trabalho, o que foi muito bizarro. Deram-nos carona até minha casa, onde minha mãe (a mesma do: - VEM AQUI PIA DE MERDA, VAI POR ESSE CHINELO SE NÃO TE TACO NA CABEÇA, E VAI LA NO MERCADO COMPRA PÃO!!!” e “-MAS JÁ PRA DENTRO CAPETA DO INFERNO, E DIRETO PRO BANHO!!”). Pois é, imagine ela me vendo chegar em casa sendo arrastado e não conseguindo mais parar em pé. (estou com dificuldade pra escrever, porque ela me quebrou dois dedos me torturando, e acho que desloquei a clavícula, mas ainda não tirei a radiografia).

Basicamente essa foi minha sexta-feira. O sábabo não vou comentar muito, porque eu seria decapitado por todos que foram comer salchipão lá em casa. Todos vieram contar seu “segredinhos” e disseram “não fala isso pra ninguém”, mas aos poucos a coisas aparecerão como sempre. Mas tava muito bom, curti bastante apesar de algumas marcas aparentes, mas enfim, vamos ao domingo:

Com a casa limpa, acordei diboa (sdv), sem a preocupação de ter q correr pra arrumar tudo antes que minha mãe visse a sujeira até porque não havia sujeira alguma. Então fui para o Messenger, e acabamos por combinar de subir o morro a pé, se eu pego o corno q teve a idéia de faze essa bosta, faço ele descer rolando pelos arbustos. (obviamente não é pra tanto, porque não sou um zimbi malvado (não intendeu? Clica aqui), e porque eu fui um dos idealizadores dessa bosta também). Mas o fato é que, fizemos uma caminhada de mais de 2 horas e meia lomba a cima, sob um sol escaldante as vezes, pra quando chegarmos, ficar no máximo 15 minutos dentro dum valão e voltarmos.

Para nossa imensa sorte, uma Topik com uma velha amiga minha passou lá e nos cedeu carona cobrando R$ 3,00 por cabeça, mas chegamos até a civilização quase inteiros, mas o suficiente pra uma janta ainda.

DEPOIS DISSO FOI BANHO E CAMA...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Bruna Hoffmeister (Interina)...

O CONTEÚDO DESTE POST FOI REMOVIDO PELO AUTOR POR SUA PRÓPRIA RESPONSABILIDADE, QUEM LEU, LEU, QUEM NÃO LEU SE AZARO...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Escravos do tempo...

Talvez a pior invenção do homem em todos os tempos, tenha sido o tempo. Sabe aquela expressão “o feitiço contra o feiticeiro”?! Pois é, o homem criou algo que achava que resolveria todos os seus problemas, muitos até confesso que resolveu sim, porém o homem, com o passar dos anos, criou inúmeras outras coisas que são impossíveis da serem compatíveis com o tempo que ele criou anteriormente. Ou seja: criou coisas de mais e tempo de menos.

Diz a história que foi Chronos que criou o tempo. Cara é serio, eu queria pega esse filho da puta, dar dois empregos pra ele, três bandas, escola, amigos, e uma mãe que manda tu busca pão no mercado de cinco em cinco minutos, pra ver se ele não acabava com essa palhaçada de tempo. Esse Chronos aí, aposto que era uma baita dum nerd playboy, sem amigos, mulher, necessidade de trabalhar e sem TV em casa, porque só assim pra inventar uma semana com cinco dias e um final de semana com dois.

Outra coisa é a divisão das horas do dia, quem quer tantas horas com sol, olhem essa semana, o sol não se põe nunca, aonde quer que você vá, tem essa merda te torrando o lombo, só pode que esse Chronos só de bandinha com os vidros fechados e o ar ligado. Com menos horas de sol, nós trabalharíamos menos também , o que seria muito agradável na minha concepção.

Mas a questão é que, querendo ou não, ao passar do tempo, vamos ficando cada vez mais escravos do relógio e do calendário. Até para coisas interessantes, como marcar um encontro precisamos correr para não se atrasar tipo: pra não deixar a outra pessoa te esperando mais de meia hora porque perdeu o ônibus (eh brinks, não fiquei brabo).

As únicas pessoas que não são escravas do relógio são os aposentados. Porém eles esquecem que o resto do mundo cumpre horário. Exemplo disso são os velhinhos que lêem jornal aqui na biblioteca, eles fazem questão de chegar 4 minutos antes do fim do nosso expediente, e querem ler o jornal até o final. Todo dia eu me obrigo a lembrar-lhe de que tenho vida, ao contrário deles. E tudo fica resolvido.

CHRONOS ERA TÃO FODA, QUE INVENTOU ALGO FINITO QUE NUNCA ACABA.

DURMAM COM ISSO...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Hell's Factory Ltda...

Não lembro, mas acho que já citei isso em outros posts, enfim, tenho dois empregos. Na verdade são dois “meio empregos” se é que isso existe. Trabalho na Biblioteca Municipal, e em um Supermercado. Antes disso, trabalhei por um mês em uma fábrica de calçados, e é sobre esse inferno que falarei hoje:

Pois bem, em lugares como esse, as pessoas que mais trabalham ganham menos e visse-versa. Exemplo disso são os gerentes das fábricas, servem apenas para serem filhos da puta, e descarregar a dor de serem cornos e broxas nos operários. Eles vêem as secretárias gostosonas andando de mini-saia (8)e bicicletinha, uma mão vai na cabeça e outra tapando a calcinha(8), e devem se culpar por serem homossexuais também, a ponto de terem nojo delas. Bom onde eu quero chegar, é que, é esse tipo de gente que ganha fortunas dentro de uma fábrica de calçados, e não os funcionários que ralam de verdade.

Do meu lado na esteira, trabalhava um senhor com seus 60 e poucos anos, nas curtas conversas que conseguíamos ter, ele me contou que exercia a mesma função há 17 anos, e ganhava apenas R$ 5,50/hora, sendo que estava na há 26 anos na mesma fábrica. Tinha apenas até a quarta série, e a sua perspectiva de vida se resumia em trabalhar e dormir. Certamente não era essa a perspectiva que eu tinha na época, e nem agora. Eu podia ver o sofrimento nos olhos daquele homem, sujeitado a frente a uma máquina de ritmo incessante, sendo pressionado a apenas realizar sua tarefa o mais rápido e o melhor, mesmo que isto esteja fora da capacidade de um senhor com mais de 60 anos.

Logo quando comecei a trabalhar nessa fábrica, deixei muito bem especificado que nunca havia trabalhado com calçados, nem em outra fábrica, nem em ateliers. Mesmo deixando muito claro que não tinha experiência nenhuma com calçados, eles puseram-me a trabalhar na montagem, pra quem não está ambientado, é simplesmente o setor mais fudido de qualquer fábrica. Com isso, concluísse que, além deles quererem ver você tomar no rego e se mostrarem superiores, eles se mostram muito idiotas, pois, quem põe alguém a fazer algo que não sabe, e não o ensina??? R.: os idiotas das fábricas de calçado!!!

Não fiz este texto na intenção de menosprezar os trabalhadores coureiro-calçadistas, muito pelo contrário, respeito muito cada um deles, porque no pouco tempo que vivenciei tudo aquilo, pude constatar o quão duro é o trabalho desses operários. Fiz este texto com tom de indignação perante os “cabeças” de todas as fabricas de calçado, que reconhecem a complicada situação dos seus funcionários, MAS ESSES FILHOS DA PUTA NÃO FAZEM BOSTA NENHUMA PRA REVERTE ESSA SITUAÇÃO. CARALHO. Tirem um pouco da fortuna que vocês ganham sentados com as bundas comidas de vocês, e remunerem dignamente os caras que realmente trabalham nessas fábricas. Se ponham no lugar deles: sem ar-condicionado nesse calor dos últimos dias, trabalhando em prédios infernais, em máquinas quentes e além do mais, sendo pouco remunerados.

AH, MORRE DIABO!!!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O que você acha?

Quer criticar, elogiar, opinar, ou dar sugestões?

Adicione no messenger: historiasdiboa@hotmail.com

Nota de Esclarecimento

Primeiramente quero agradecer aos leitores que deram um significativo aumento nos acessos de domingo pra cá. Fico muito honrado em ver este número subir e mais honrado ainda ao receber os elogios pelo Messenger, obrigado mesmo.
Contudo gostaria de esclarecer que, mesmo sendo baseada na minha vida, o conteúdo desse blog é totalmente fictício, eu apenas pego alguns fatos corriqueiros que aconteceram comigo, e os transformo a ponto de fazerem o leitor rir (espero estar conseguindo isso).
Ontem fui muito procurado por pessoas preocupadas comigo pelos posts, "Prazer ressaca..." e "Agora sem ressaca...", agradeço vossa preocupação, mas quero dizer-lhes que o texto contido ali, não faz necessariamente referência à fatos totalmente realísticos, muita coisa foi potencializada.
O mesmo cabe-se ao posta abaixo, onde faço referência a, minha mãe, ela nunca me tratou do jeito como retrato abaixo, apenas escrevi isso com intuito humorístico.

Agradeço as visitas e espero a compreensão de todos.

Vinny Schütz..

Eu quero ter um filho...

Hoje eu acordei com vontade de ter um filho viu Adrieli!? Pois eu vejo nos olhos da minha mãe o orgulho e a satisfação dela em ter-me como seu herdeiro. E minha vida ficaria mais fácil se eu tivesse um também. Lembro-me dos meus tempos de “piazote”, quando minha mãe esperava a gente dividir os times, arrumar as goleirinhas, decidir o “campo ou bola” e na hora de começar o jogo chegava ela:

- VEM AQUI PIA DE MERDA, VAI POR ESSE CHINELO SE NÃO TE TACO NA CABEÇA, E VAI LA NO MERCADO COMPRA PÃO!!!

Daí lá ia o Vinny desfalcar o time dos Com Camisa sempre jogava nesse.

Ou então quando estávamos brincado de esconde-esconde,e eu achava o melhor esconderijo da rua da minha casa, minha mãe sempre me achava antes que todo mundo e:

-MAS JÁ PRA DENTRO CAPETA DO INFERNO, E DIRETO PRO BANHO!!!

Depois fui crescendo e fui virando homenzinho não entenda errado: antes eu era só um piá de bosta mesmo depois chego a explosão de testosterona, e as desculpas pra ela atrapalhar minha diversão foram mudando, assim como minhas formas de diversão também fora mudando, como por exemplo, quando eu estava matando um chefão super difícil de qualquer jogo de vídeo-game, e vinha ela:

-MAS TU JÁ TA NA FRENTE DESSA BOSTA DE NOVO!? Não mãe, vou sentar atrás da TV pra joga (se eu tivesse dito isso, estaria postando isso de dentro de um caixão agora).

Eu só dizia “ahh mãe”, dois ou três minutos depois no máximo , a televisão desligava assim como o meu Dynavision, eu batia o controle no chão, ligava e desligava o vídeo-game, mexia na TV, até perceber que o cabo-fonte estava fora da tomada e na mão de minha mãe. Naquelas alturas, nem adiantava mais correr, era certo que eu iria apanhar com o próprio cabo.

-EU TE AVISEI, ESCOLHE, QUER NA MÃO OU QUER NA CARA?

Pois bem, eu comecei o texto falando que queria ter um filho, pois isso alivia muito tuas tenções. Hoje reconheço o esforço da minha mãe que, lava, passa, cozinha, trabalha, paga água, luz, comida e etc. enquanto eu jogo bola, brinco de esconde-esconde e jogo vídeo-game eu fazia isso, hoje só durmo o dia inteiro. Porém, assim como eu tenho minha vida e quero aproveitá-la, ela teve a dela, e não proveito por minha causa.

Você não pode fugir para sempre das suas obrigações, mas você pode ter um filho, e descarregar sua raiva nele. Não estou dizendo que eu sou um coitado, que minha mãe apenas me usa pra descarregar sua raiva, eu amo ela e visse-versa, contudo, gostaria de ter um filho e dizer:

-PIA: BUSCA UMA HEINEKEN PRO PAI, E AUMENTA O VOLUME DA TV QUE VAI COMEÇA O JOGO DO GRÊMIO.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Chinês Anti-social

Esses dias que não me lembro certo qual, um amigo que a tempos não via começou a conversar comigo pelo Messenger, falamos da vida alheia e tal, e em dado momento da conversa perto das 2:00 da manhã ele me disse: - cara estou indo almoça. Primeiramente eu ri muito, porque qual a pessoa que almoça as 2:00 da manhã? Ele me explicou que estava em horário de serviço e estava na hora de almoço deles. Fiquei curioso e perguntei onde ele trabalhava, ele me respondeu que é numa fábrica de componentes para calçados em Dongguan (não sabe onde fica? Então clique aqui).

Quer saber mais sobre o que acontece em Dongguan e sobre o chinês anti-social? clique aqui ou então no links da parceiragem do blog DiBoa. Vale a pena conferirr. É ilário.

Agora sem ressaca...

Como todos os poucos que lêem meu blog sabem, tenho por enquanto dois empregos. Trabalho como estagiário na biblioteca municipal, e quando eu quero num supermercado também. Obviamente todos sabem que supermercados abrem em domingos de manhã, e como trabalho num, as vezes sou obrigado a trabalhar como escravo nesses domingos. Porém tenho 18 anos, tenho a liberdade de sair com meus amigos pra onde eu quero, e faço isso constantemente. Sextas e sábados a noite, são quase sagrados pra nós, são raras as noites desses dias em que ficamos em casa, ou melhor, é rara a noite da semana que eu fico em casa.

Mas enfim, sábado à noite, como de costume, saí com meus amigos. Fomos comer um churrasco, e depois ir à uma danceteria ou boate (não sei a diferença). No churrasco já tínhamos bebido o suficiente a ponto de fazer algumas “beudisses” do tipo: cortar as costas numa lixeira, (mas isso não foi intencional, e é assunto para outro texto). Depois fomos para essa danceteria/boate e bebemos muito mais lá. Resultado: eu estava definitivamente “alterado”. Quando decidimos voltar pra casa, o relógio marca mais que 4:00, quando cheguei em casa, o relógio já marcava quase 5:00. Porém como eu estava bêbado e sem sono, resolvi ainda entrar no Messenger, e falando com Andressa (“Cu”), percebi que dali duas horas eu estaria acordando para trabalhar. Fui dormir, mas com muito medo de acordar ainda embriagado.

Passaram-se duas horas e ouço um grito:

-ACORDA PIÁ DE MERDA, TU VAI SE ATRASAR, E SE TU PERDER O HORÁRIO, TE ARRANCO AS COBERTAS E TE MANDO A CHINELADA PRO SERVIÇO.

Era minha mãe e seu carinho por mim, eu amo ela e o jeito que ela me trata. Mas continuando: por incrível que pareça, acordei sóbrio, sem dores e cabeça e nem tontura, só que acordei continuando a conversa com a Andressa, mas eu estava sozinho no quarto e com o note desligado. Pois bem, levantei, fiz minha higiene, tomei meu café e fui trabalhar normalmente. Até que por volta das 10:30, me dei por conta de que eu tinha que necessariamente estar como um zumbi (não entendeu? Então Clique aqui). Menos mal que não fiquei assim, porém ainda não consigo entender, como isso é tão variável: teve vezes que bebi menos e dormi mais cedo e virei zumbi, e dessa vez foi proporcionalmente o contrário, e fiquei bem.

Será que perdi meu poder de me tornar zumbi??? Oo

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Prazer: RESSACA...

Hoje é quinta feira. Dia de ressaca? Certamente não. Dentro da racionalidade convencional, quinta feira é no máximo o dia da “pré-véspera de final de semana”. Para mim, é mais um dia para acordar com olhos vermelhos, cabeça latejando e estomago virado. O mais decadente é saber que essa péssima rotina, não cabe-se somente as quintas feiras, cabe-se também as terças, as quartas, e assim por diante. Ultimamente estou virado nisso: um zumbi. Pela manhã acordo com uma gigantesca cabeça de E.T. vermelha (e ela até fica inflando e desinflando como nos filmes, mas isso é por latejar), uma voz de rouca Darth Vader e um caminhar arrastado mas isso é sempre, já nasci torto. Quando chego no serviço, ouço todo dia a mesma piadinha: “já tem caixão? seu morto”. Confesso que no começo eu ria pra puxar o saco do meu patrão, mas depois da 19° vez cansei disso, ele sabe disso, porém continua fazendo essa mesma idiotice. Não o culpo por ser assim, mas que é muito idiota isso é.

Durante a tarde (nos dias que não trabalho nesse período), minha garganta seca, por causa desses dias quentes, me convida a tomar uma Heineken, e é aí que começa minha “mutação zumbi”, no meu caso não olho pra lua cheia pra virar lobisomem, nem preciso ser mordido no pescoço apesar de ser muito bom *__* para virar vampiro, basta eu ver uma garrafinha verde. Depois disso começa a transformação, que começa atrofiando meu rosto (mais ou menos assim : “:D”) e no final das contas acabo derrubado na minha cama (mais ou menos assim: “D:”). O pior de tudo, é que não sirvo nem pra ser um zumbi malvadão ( que pega mulheres indefesas e come seus órgãos internos), viro um zumbi que se arrasta até minha casa, despenca na cama, e é mijado pela mãe quando esta percebe a minha situação (ontem por exemplo). QUE TIPO DE ZUMBI É ESSE? Zumbis não podem ter mães mais malvadas que eles. Eu deveria comer os órgãos internos da minha mãe também, ou na verdade, talvez não seja tão zumbi assim.

Começo a pensar que sou apenas um bêbado que parece um zumbi. É o mesmo esquema dos sucos do Chaves: de tamarindo, com gosto de acerola e que parecia de limão (ou algo assim): eu sou um bêbado, que parece um zumbi mas que não come órgãos. Não pense que minha intenção é: “que droga, porque eu não sou um zumbi?!” talvez até fosse interessante. Eu penso: “porque eu viro um zumbi do bem quando bebo?!” . É igual ao Crepúsculo também: vampiros do bem (apesar deles não parecerem vampiros). Eu acho que falta álcool naquele filme, daí sim eles iriam ser bem malvadões ou não.

Mas o caso é que, eu tava zumbi ontem, e quando chego o outro dia (hoje) o pior, vim pro blog escreve merda...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Carta ao Real e todas as outras (...)*

Há muito que já lhe conheço, mas não faz tanto tempo que comecei a dar lhe seu devido valor. É Notório que não consigo mais viver sem você, já passei alguns dias longe de ti, mas saiba que foram dias difíceis. Não nego também que minha ganância me faz te querer mais e mais. Quanto mais te tenho, mais eu te quero. Aos poucos, vou passando a viver única e exclusivamente em prol de ti. E sei que você não se importa com isso, nem sentimento tens.

Mas não posso desistir. Não posso nem pensar em te esquecer e te abandonar. Tenho, a cada dia, que correr mais para te conquistar, isso me mata e me corrói, mas quando entro em contato contigo tudo muda, meu mundo fica mais feliz e mais fácil.

Lendo isso, pareço um doido apaixonado, mas não. Isso não se chama paixão, talvez esteja muito longe disso. Está mais perto de necessidade. E cada vez mais essa necessidade aumenta, fico mais dependente de ti. Aos poucos até minha felicidade depende da tua presença. Mas não posso deixar chegar a esse ponto. Vou ser mais forte, mesmo sabendo de que tu nunca sairás da minha vida, poderei até morrer por ti, porém, sei que morrerei sabendo que lutei pra te conquistar.

Vou ao trabalho, volto, descanso e canso novamente, e você não sai da minha cabeça. Já matei pessoas por ti. Ainda vou matar muitas mais, eu sei. Porque não posso acreditar que alguns lhe tenham mais do que eu. Não importa o que pensem de mim, sei que já virei um maníaco por ti, e isso não terá mais volta, a não ser que me destruam.

Enfim, com isso só queria que soubesse o mal que me fizeste, ó criação minha.

Meu nome é humanidade e esta carta é pra ti DINHEIRO.

*(...)Unidades Monetárias

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Reflexões Sobre a Barba

* O texto abaixo não é de minha autoria, foi retirado do blog “Bebida Liberada”, mas faço minhas as palavras do autor (identificado por “Mussum Alive”). Cara, é exatamente assim mesmo. O texto é genial.


Reflexões Sobre a Barba


Barba é uma coisa foda, tanto em homem quanto em mulher. Primeiro vamos esclarecer: Quando eu digo “barba” quero dizer, barba por fazer, bigode, buço (Bigode de mulher), cavanhaque, desenhos feitos no rosto com pêlos , e qualquer outra coisa que nós homens deixamos no rosto pra atrair de alguma maneira o sexo oposto… e, para alguns, atrair o mesmo sexo.

Toda vez que eu olho para a minha esposa, me lembro do Salvador Dali não por causa do seu talento ou pelo surrealismo de suas obras, mas sim pelo buço. Difícil, meus amigos, mas isso não me faz gostar menos dela (Nem mais!), isso me faz refletir a respeito dessa pelugem localizada na face das pessoas de bem desse meu Brasil.

O fato é que, quando somos crianças, torcemos para crescer e ter barba. Quando crescemos, torcemos para que a barba não cresça e, quando a barba cresce, torcemos para que o barbeador esteja novo, pois fazer a barba com barbeador cego é como fazer sexo com um apontador de lápis elétrico (Sim, é da grossura de um lápis).

Outra coisa que é foda: comercial de barbeador. Minha vida seria muito, mas muito mais tranquila se fosse tão fácil se barbear na vida real como é nos comerciais: Aparece o Leônidas, e na primeira passada da lâmina, o cara fica com o rosto parecendo minha conta bancária! Porra! Isso é um barbeador ou uma faca Ginsu?

Pior são as pessoas que eles colocam na propaganda de barbeador, o Kaká, por exemplo. PORRA, o Kaká?? Eu nem sabia que ele era homem! Eu nem sabia que o Kaká tinha barba!! Quem vai ser o próximo? O Sandy&Junior? A Maysa do SBT? Se barbeador fosse eficiente mesmo eles colocariam o Tony Ramos pra testar! Queria ver as lâminas sendo contorcidas! Hahahaha!

Mas foda mesmo são as piadinhas que aqueles amigos fazem quando você está barbudo: “Capotou um caminhão de barbeador ali na esquina!” ou o famoso “Achei o Bin Laden!” Porra! Você não precisa me lembrar que eu tô barbudo! Eu tenho espelho em casa! E daí que um mendigo me disse que tô barbudo pra caralho? E se eu quiser fazer cosplay do Primo It, quem vai me impedir?



*Com o apoio de Alan Hoffmeister...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Apenas estou fazendo a minha parte...

Mal tenho 18 anos, sei que álcool não é lá algo muito interessante de se ingerir freqüentemente, e me pego pensando no quanto já bebi nesses anos. Tenho grandes exemplos dos males que o álcool em grandes quantidades pode causar.

Contudo ligo a televisão, e vejo tantas desgraças pelo mundo a fora. Penso nas pessoas que pouco tem para sobreviver e no quanto um emprego digno as fariam felizes. Olho para a garrafa cheia a minha frente, e nela vejo refletida a face de todos os trabalhadores daquela cervejaria, que sacrificaram as mesmas horas que eu usei bebendo para fazer a mesma cerveja que estou degustando nesse momento. E no fundo dos olhos deles vejo suas mulheres e filhos que esperam o homem da casa chegar de mais um dia árduo de trabalho, e instantaneamente minha mão agarra a garrafa, num ato que simboliza a minha gratidão a esses profissionais, que se esforçam para nos proporcionarem bons goles e boas risadas...

MUTIO OBRIGADO SENHOR CERVEJEIRO